Prevenção de doenças – Entenda!

Após a OMS decretar o Coronavírus como uma pandemia e de vivenciarmos os aumentos de caso no Brasil, a busca por produtos de higiene e limpeza, como álcool gel, sabonetes bactericidas e desinfetantes, foi multiplicada por 10 no país.

Por isso, neste artigo, reunimos as informações encontradas sobre a COVID-19 e trouxemos também uma série de dicas para te ajudar a assegurar a sua saúde, de toda a sua família, seus colaboradores e clientes durante esse período, onde toda a atenção e cuidado são necessários. Especialmente para minimizar o impacto no nosso dia-a-dia.

Continue conosco para entender mais sobre esse assunto, COVID-19!

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Um breve resumo

Para conseguir escrever este artigo, nós realizamos uma série de leituras e estudos e reunimos tudo o que foi apurado até agora sobre este tema (toda as nossas fontes se encontram ao final deste artigo).

Assim, você encontrará: origem da doença, comparação dela com outras doenças graves que ocorreram no Brasil e no mundo e também formas de prevenção. Vale ressaltar que tais medidas de prevenção de doenças foram baseadas na vivência de nossa equipe junto ao combate de bactérias multirresistentes no ambiente hospitalar, que certamente são muito mais letais que o Coronavírus.

Nós defendemos a ideia que a vivência e o aprendizado sempre devem ser acessados, especialmente em momentos desafiadores, como este em que vivemos. Então vamos lá!

Diferença entre o Covid-19, o resfriado e a gripe

Primeiramente, precisamos conhecer a diferença entre o Covid-19, o Resfriado e a Gripe. Você conhece as diferenças entre eles?

  • Resfriado

É muito comum dizermos que estamos gripados, quando, na maioria das vezes, é possível que estejamos apenas com resfriado. De uma forma geral, os sintomas do resfriado são: dor de cabeça, coriza, febre (sempre baixa) e alguma tosse. Eles costumam ser mais leves e durar pouco mais de uma semana, sem ser necessário a ingestão de medicamentos mais importantes.

  • Gripe

Por outro lado, a gripe é uma doença bem mais importante, causada por variações do vírus Influenza. Os sintomas são: febre alta, dores no corpo, tosse, coriza, problemas respiratórios e pode ser até letal, especialmente para pessoas mais velhas ou baixa imunidade, por exemplo. Uma forma de combater a gripe é se proteger com as vacinas que são disponibilizadas anualmente, contra as Anualmente, as diferentes versões dos vírus que causam a gripe (H1N1, H3N2, etc.).

  • Covid-19

Já a Covid-19, por mais que os sintomas sejam semelhantes aos da gripe, ela é causada por um outro vírus, seu nome SARS-cov-2, da família dos Coronavírus – um grupo totalmente diferente do Influenza. Alguns Coronavírus circulam causando resfriados comuns, sem muitas complicações. Porém, outros provocam doenças mais importantes, como a MERS (Síndrome Respiratória do Oriente Médio), a SARS (Síndrome Respiratória Aguda Grave) e a própria Covid-19, que ouvimos tanto falar.

H1N1 e Covid-19 – Vamos comparar?

Como tratamos no inicio deste artigo, a OMS decretou o Coronavírus como uma pandemia. Por este motivo, vamos compará-la também com uma outra pandemia que ocorreu em 2009: a Gripe A, ou H1N1 , mais popularmente conhecida como Gripe Suína. Na ocasião, a utilização de álcool em gel também foi amplamente disseminada e mostrou-se uma importante barreira contra a gripe de um modo geral. Confira abaixo:

1. Propagação e Origem

“Sabemos que o cenário do H1N1 foi mais rápido”

Essa frase pode parecer estranha, mas faz todo o sentido. Vamos explicar o porquê. O H1N1 teve inicio em 2009, na cidade do México, cuja população era cerca de 130 milhões de pessoas, sendo considerada a 13ª economia global.

Já o Coronavírus começou na China, cuja população total era cerca de 1,4 bilhão de pessoas. Num país considerado a 2ª economia do mundo, com um volume de conexão global muito maior que o México em 2009.

Além disso, em 2020, o mundo está ainda mais globalizado do que em 2009, portanto a propagação ficaria muito ampliada. No entanto como a doença teve seu potencial identificado com maior rapidez e as medidas estão sendo tomadas mais energicamente, os dados indicam a propagação mais rápida do H1N1 em 2009.

2. Sintomas

“São semelhantes”

Em suma, os sintomas são semelhantes ao de uma gripe, porém de forma mais intensificada, tais como: febre alta, dores, tosse, cansaço, vômito e diarreia. Os casos mais graves podem evoluir para pneumonia, insuficiência renal ou cardíaca e morte.

Por serem semelhantes, um método seguro para identificação são os testes laboratoriais, quando o profissional da saúde assim julgar adequado.

3. Transmissibilidade

“O COVID-19 é muito mais transmissível”

Em suma, cada paciente diagnosticado com o H1N1, transmite para mais 1,5 pessoas. Em contrapartida, cada paciente diagnosticado com o Coronavírus, transmite para mais 2,5 pessoas.

4. Mortalidade

“Ainda duvidoso, no entanto ambas são graves”

As gripes sazonais também levam pessoas a óbito (cerca de 0,7% das pessoas infectadas). No entanto, de acordo com alguns estudos, a letalidade do H1N1 é cerca de 1%. Outras análises, posteriormente indicaram outros índices, ora maiores, ora menores. Deste modo, esse vírus se demonstrou agressivo mesmo em pacientes não idosos.

Em relação ao Coronavírus, as estimativas da OMS indicaram, logo no início, um índice de mortalidade de 3,4% sobre as pessoas infectadas. Esse número, porém, ainda pode variar quando mais testes forem realizados em pessoas que hoje reportam apenas gripe sazonal, mas poderiam estar com o COVID-19.

Já em Abril de 2020, os números atualizados demonstraram a taxa de letalidade próxima a 6% no mundo, sendo que no Brasil a taxa é bem próxima da média mundial.

Em suma, esse vírus está sendo menos agressivo com crianças e adultos jovens. Eles podem até mesmo não ter sintomas ou tê-los de modo brando, onde passam a transmitir sem que saibam dos riscos para a comunidade que vivem. Por outro lado, para pessoas mais idosas e com problemas de saúde o risco aumenta.

5. Tratamento

“Cenário do Coronavírus é mais grave”

Na época do H1N1, foi descoberto que um medicamento antiviral já existente, o Oseltamivir ou Tamiflu, tinham efeito sobre ele. Depois, foi desenvolvida uma vacina, usada até hoje para o tratamento da doença.

Em relação ao Coronavírus, ainda não existe medicação para combate. As pesquisas estão em curso acelerado. O tratamento, por ora, consiste em combater os sintomas, repouso e hidratação. Vale ressaltar que cerca de 80% das pessoas infectadas não apresentaram nenhum sintoma ou apresentarão algum sintoma leve.

Assim, na medida do possível, é indicado evitar ir a hospitais e buscar postos de saúde como alternativa. Afinal, ir a hospitais aumenta nosso risco de contágio além de colaborar com o estrangulamento do sistema de saúde e prejudicar a saúde dos profissionais de saúde de modo direto.

Observação: o Ministério da Saúde desenvolveu um aplicativo para celular para auxiliar pessoas que estejam com suspeita da doença. Basta informar os seus sintomas que ele diz se o que você tem é ou não o Coronavírus. Além de rastrear automaticamente os postos de saúde mais próximo de você. Para saber mais sobre esse aplicativo e baixá-lo, clique aqui. 

Um pouco da História das Gripes

1918 -1919:  Gripe Espanhola, a pior de todas as pandemias

Teve inicio nos Estados Unidos, entre os soldados, em 1918. Acredita-se que de 50 milhões a 100 milhões de pessoas tenham sido mortas em decorrência desta doença até 1919. Além disso, cerca de 40% da população mundial foi infectada.

1957 – Gripe Asiática

Do mesmo modo que o Coronavírus, este também teve início na China e matou cerca de 2 milhões de pessoas.

1968 -1969:  Gripe de Hong Kong – (H3N2)

A terceira pandemia do século XX matou cerca de 1 milhão de pessoas entre 1968 e 1969. É provável que o vírus tenha sido transmitida por aves.

2009 – Gripe Suína

Acredita-se que, provavelmente, o vírus da H1N1 veio do porco e de aves. O primeiro caso foi registrado no México. Como resultado, quase 300 mil pessoas morreram e a pandemia teve seu fim em agosto de 2010.

Medidas  de prevenção de doenças – Coronavírus e outras

Álcool gel – Tranquilo ao usar ?

utilizar o álcool gel com frequência vale muito a pena em relação a medida preventiva, porém esta não deve ser a única medida adotada! Falaremos agora de outras medidas bastante relevantes para contribuir com este momento de luta contra esse vírus. Fique conosco para ler!

Nós já conhecemos quais são os meios de transmissão. Mas muitas pessoas não sabem que este, assim como todos os outros vírus conhecidos pela ciência, possuem pouco tempo de sobrevivência no ambiente e superfícies. Estima-se no que eles sobrevivam no máximo até 24 horas. Mas não se engane! Durante esse período ele pode se proliferar rapidamente entre as pessoas, por meio das mãos e secreções, principalmente.

Para ficar mais didático, imagine essa estória: um funcionário com o COVID-19 espirra (sem tampar com o braço ou ainda utilizando a mão) e continua trabalhando. Sem querer, ele transmitiu o vírus para todas as superfícies e objetos que entrou em contato. Em seguida, um colega de trabalho se debruça na mesa do primeiro para pegar algum objeto que precisa e segue o seu dia. Poucos minutos depois, ele sente uma coceira no eu nariz ou olhos e leva a mão para a boca. Pronto! O vírus se multiplicou e continuará se multiplicando sem os devidos cuidados. Acredite, isso é mais comum do que parece.

Assim também fica claro que as superfícies mais tocadas, tais como: maçanetas, portas, teclados, máquinas de café, mesas, elevadores, corrimãos apresentam alto potencial de contaminação e, por isso, devem ser limpos continuamente. Por isso, uma dica para limpar tais superfícies é utilizar um limpador desinfetante, como o Garra Oxiativo em um pulverizador.

11 medidas de prevenção de doenças

Baseado em todas as observações e constatações realizadas anteriormente, segue algumas medidas para a prevenção do COVID-19 e também outras doenças:

1. Mantenha distância segura de pessoas quando for tossir ou espirar. Além disso,  use lenços de papel ou papel de toalha para conter as gotículas;

2. Na ausência de papéis, espirre ou tussa na parte interna dos braços, próximo aos cotovelo, na parte interna do braço;

3. Não compartilhe objetos de uso pessoal, tais como: telefones, pratos talheres, copos, etc. Especialmente se você estiver doente ou a outra pessoa;

4. Faça uma boa limpeza no seu espaço de trabalho individual, seja ele uma mesa, máquina, computador, painéis, veículos, etc. De preferência ao uso de produtos de boa qualidade e panos descartáveis como wipers e panos multiuso, evitando assim a proliferação de vírus e bactérias;

5. Proteja suas mãos! Lave as mãos com água e sabonete líquido ou espuma, nunca use sabonetes de barra em ambientes empresariais;

6. Álcool gel nas mãos várias vezes por dia, desde que as mãos não estejam visivelmente sujas. Certamente, as ações de higienização das mãos devem ser realizadas não só com produtos de qualidade mas também com qualidade na execução. No momento de escolher, opte sempre por Álcool gel e sabonetes com alta qualidade e alto nível de hidratação, pois produtos de qualidade duvidosa podem trazer problemas para nossa pele.

7. Evite aglomerações, especialmente se tiver doente;

8. Siga as recomendações da autoridade sanitária local (Prefeitura) e nacional (Anvisa);

9. De preferência para realizar as atividades e reuniões em meios virtuais ao invés das presenciais;

10. Mude a forma de cumprimentar seus colegas, amigos e familiares, pelo menos por um tempo. Assim, você irá reduzir o contato da pele com secreções;

11. Procure os hospitais apenas quando os sintomas forem muito severos e para urgências médicas. Para os primeiros sintomas e até mesmo sintomas mais leves, busque primeiramente os postos de saúde, são mais de 42 mil postos espalhados pelo país.

Outros impactos para o mundo

Provavelmente, as medidas de contenção do contágio do Coronavírus induzirão uma redução da atividade econômica, onde os empregos certamente serão reduzidos.

Assim, quanto maior for a necessidade e a adoção de medidas extras para evitar a propagação do vírus, como exemplo a proibição de que os cidadãos saiam de suas casas, maior será a retração econômica do país.

Portanto, quanto mais aderentes formos às atuais medidas, menor a necessidade de aprofundamento das medidas de contenção.

Da mesma forma, as empresas devem se preparar para adicionar novas formas de atuar em sua produção e comércio de produtos e serviços, sob pena de ver os reflexos mais aprofundados ainda.

As empresas devem se preparar para algum nível de inadimplência e redução expressiva de alguns setores, bem como para ampliação de vendas de alguns setores, como por exemplo de álcool gel em seus vários formatos, tais como: refil, de mesa, de bolsa, pequeno, médio, grande, etc.

Conclusão

Inegavelmente, o que irá determinar o sucesso das medidas de contenção contra o Coronavírus será como responderemos as exigências já solicitadas pelos órgãos sanitários e a nossa adesão as dicas aqui apresentadas.

Certamente a maioria das medidas contribuem para a melhoria da nossa condição de saúde em nosso dia-a-dia. Como já nos disse o chefe da Organização Mundial da Saúde: “ Devemos encontrar um equilíbrio entre proteção da saúde, barreiras às perturbações econômicas e sociais, além do respeito aos direitos humanos”.

Para concluir devemos dizer que as decisões são sempre nossas. Devemos ter a serenidade necessária e proporcioná-la aos nossos pares a fim de encontrar a medida equilibrada para trabalhar e proteger, seja em tempos de calmaria ou de caos.

Fontes