Realizar a aplicação do álcool gel antisséptico transformou a rotina e o ato de limpar as mãos, com frequência e de maneira correta, em uma medida competente no controle de infecções e doenças, como no caso da Covid-19. O álcool em gel 70 antisséptico é figura primordial nesse enredo que visa o cuidado com a saúde de forma particular e coletiva.

Atualmente, existe no mercado centenas de tipos e marcas de álcool antisséptico acessíveis. Mas qual álcool gel antisséptico é de fato bom? Como comprar um produto de qualidade e que atenda as normas para proteção e eliminação dos microrganismos? Como usar acertadamente o álcool em gel antisséptico? Estas e outras dúvidas surgem na mesma quantidade em que os produtos para higienização das mãos pipocam nas lojas, mercados e farmácias.

Então, para esclarecer tudo sobre a eficácia e uso do álcool gel antisséptico, preparamos este artigo. Acompanhe a leitura e veja como oferecer saúde e proteção em sua empresa, indústria, restaurante, clínica ou hospital. Se desejar você pode navegar entre os tópicos!

Vamos lá?

álcool gel antisséptico

Imagem ilustrativa do álcool gel antisséptico.

O que é o álcool gel antisséptico?

Primeiro, é crucial saber o que é o álcool em gel antisséptico. O produto de higiene das mãos é um composto com propriedades microbicidas, reconhecidamente competentes para extinguir os germes pertencentes às principais infecções.

Entre os produtos antissépticos, o álcool gel é um dos mais seguros por ter baixa toxicidade, efeito rápido e ação antimicrobiana. Para sua venda é obrigatório registro na Anvisa, com comprovação da ação bactericida.

Segundo as normas, a concentração mínima da apresentação deve ser de 70% p/p. A composição do álcool em gel 70% antisséptico é feita de carbopol (polímero que age como espessante), álcool etílico, trietanolamina e água. Sendo assim a ação antimicrobiana das soluções alcoólicas está relacionada à sua concentração em peso ou em volume em relação à água.

Mais a seguir, vamos voltar a falar das concentrações, porcentagens e graus do álcool antisséptico.

O que pode ter ou não na composição do álcool gel antisséptico?

Nesta imagem de maneira ilustrativa vemos o teste da composição do álcool gel antisséptico.

H2O2

O H2O2 é o modo do composto do Peróxido de Hidrogênio, conhecido popularmente como água oxigenada.

Em baixa concentração, o H2O2 tem efeito bactericida e ajuda a eliminar esporos contaminantes em soluções a granel e recipientes, mas não se trata de uma substância ativa da antissepsia das mãos.

O Peróxido de Hidrogênio concede um aspecto crucial à segurança; no entanto, o uso de 3 a 6% na produção pode gerar danos em razão de sua natureza corrosiva e pela difícil compra em alguns países.

Glicerol e outros umectantes e emolientes

O glicerol é adicionado como umectante para com a função de tornar o uso do produto mais aceitável. Os umectantes e emolientes podem ser usados para oferecer cuidado com a pele. No entanto, precisam se misturar em água e álcool, ser atóxicos e hipoalergênicos.

Água adequada

A água deve ser destilada e estéril.

Adição de outros aditivos

É altamente recomendável que nenhum outro ingrediente além dos especificados seja adicionado às formulações.

No caso de qualquer acréscimo, deve ser fornecida uma justificativa completa, sua compatibilidade com os outros ingredientes e todos os detalhes relevantes devem ser indicados no rótulo do produto.

Gelificantes

Os gelificantes são substâncias com função espessante, capazes de formar a textura em gel.

Por isso, não são indicados nas formulações líquidas, pois podem aumentar as dificuldades e os custos de produção, além de comprometer a eficácia antimicrobiana.

Perfumes

A adição de fragrâncias não é recomendada em razão do risco de reações alérgicas na pele.

Por que adquirir álcool gel antisséptico com registro na Anvisa?

Para garantir um produto sanitizante de qualidade, seguro e que esteja de acordo com as características para uso em ambientes hospitalares e empresariais, é crucial adquirir um álcool em gel 70 que tenha registro na Anvisa.

Os produtos certificados passaram por testes importantes e, portanto, podem ser comercializados com a finalidade de oferecer assepsia e proteção competentes aos usuários.

Investir em um álcool gel que não esteja em consenso com as normas de fabricação é arriscar a saúde e a vida das pessoas.

A nota técnica da Anvisa, que aborda as “Orientações Gerais para Higiene das Mãos”, esclarece as bases para o alcance de um produto de qualidade que seja capaz de proporcionar uma melhor adesão ao uso habitual do álcool em gel 70 para higienização das mãos.

Segundo o texto da Anvisa, a concentração final da preparação alcoólica para assepsia das mãos, nos serviços de saúde, deve cumprir com o estabelecido na RDC n° 42/2010, ou seja, entre 60% a 80% no caso de preparações sob a forma líquida.

Já nas preparações sob as formas gel e espuma a concentração final mínima deve ser de 70%. Além disso, as formulações finais do álcool em gel devem apresentar valores de pH entre cinco e sete e viscosidade superior a 8.000 mPa⋅s.

A produção de álcool em gel 70 carece da presença de um químico responsável, que será encarregado de supervisionar o processo de fabricação e de atestar a qualidade e adequação do procedimento, com o objetivo de atender aos critérios de qualidade exigidos pela Anvisa.

Dessa forma, as lojas e distribuidoras de material de limpeza e higiene devem comercializar apenas produtos certificados pelo órgão oficial, com um responsável técnico, oferecendo assim segurança e eficácia aos clientes.

O que significam as porcentagens e escalas no álcool gel antisséptico e líquido?

Como informamos acima, a porcentagem citada nas embalagens do álcool em gel 70 mostra a quantidade de solução alcóolica em relação à quantidade de água naquele composto.

De acordo com a Nota Técnica Nº01/2018 da Anvisa, a concentração final da preparação alcoólica para assepsia das mãos deve ter entre 60% a 80% no caso de preparações sob a forma líquida e concentração final mínima de 70%, no caso de preparações sob as formas gel, espuma e outras.

Mas há sempre uma dúvida sobre o que significam os símbolos, as unidades e escalas apresentadas nos produtos antissépticos. Vamos esclarecer a seguir.

O que é INPM?

INPM é a unidade que se refere à porcentagem em massa (m/m), ou seja, corresponde à massa de etanol puro em 100 g de mistura hidroalcoólica.

Assim, o álcool 70, eficiente no combate ao Coronavírus, contém, para cada 100 gramas desta solução, 70 gramas de etanol.

Trata-se de uma solução de etanol 70 °INPM ou 70% em massa. A unidade é conhecida como grau INPM do Instituto Nacional de Pesos e Medidas.

O que é ºGL (“Gay-Lussac”) ?

O termo ºGL, sigla de “Gay-Lussac”,  é um termo que se refere à porcentagem em volume (v/v), ou seja, o volume de etanol puro em 100 mL de mistura aquosa.

Neste caso, o álcool 70” (70° INPM) deveria ser chamado de “álcool 77”, pois, na prática, significa que uma solução 77 °GL contém 77 partes de etanol para cada 100 partes em volume da solução.

Quando se muda a unidade de medida – volume e massa -, há uma pequena alteração em razão da contração de volume causada pela interação química entre etanol e água e também por conta da diferença de densidade entre os dois líquidos envolvidos.

Por isso, a porcentagem em volume recomendada para o álcool líquido ou em gel para ser usado como antisséptico é de 77% (v/v) ou 77 ºGL. Já quando a porcentagem está em INPM (ou m/m), o recomendado é de 70%.

Portanto, é preciso saber que há uma importante diferença no título (porcentagem) em massa ou volume que deve ser observada na hora da compra do álcool em gel.

Qual a importância do uso do álcool antisséptico para saúde?

Clique na imagem e conheça as opções de álcool comercializadas pela hygibras.

As mãos são os principais veículos de transmissão de doenças. Estão em contato o tempo todo com nosso corpo, com os objetos, utensílios e resíduos do ambiente e, consequentemente, como germes, vírus e bactérias.

As mãos são, frequentemente, levadas aos olhos, à boca, ao nariz, conduzindo os microrganismos e agentes patológicos de forma direta e indireta para nosso organismo.

A primeira evidência científica sobre a importância da higienização das mãos aconteceu no século XIX, quando Semmelweis instituiu o uso da solução clorada após os procedimentos de necropsias e antes dos atendimentos de partos, reduzindo assim as taxas de infecções puerperais.

Ao longo do tempo, muitas outras evidências científicas são capazes de comprovar que a higienização das mãos trata-se de uma medida de prevenção e controle de infecções, inclusive a hospitalar.

Pesquisa realizada pelo Centro Universitário de Santo Agostinho, em Teresina, no Piauí, avaliou a eficácia de antissépticos nas mãos dos profissionais de saúde. Para o estudo, foram coletadas impressões dos polegares, em placa de petri, antes e após a higienização.

Os resultados foram de superioridade da clorexidina com 100% na redução de UFCs (Unidades Formadoras de Colônias) de microrganismos, seguida de álcool gel, com 93,80%, de álcool a 70%, com 80,99%, e por fim, água e sabão triclosan com 70,59%.

Um outro estudo, do Centro Universitário Lusíada, coletou amostras de bactérias das mãos antes de utilizar o álcool gel e após o uso do produto. O resultado da cultura com higienização com álcool gel foi satisfatório e foi possível verificar que o antisséptico foi efetivo em 100 % da amostra, eliminando praticamente todas as bactérias do meio.

Já no caso das mãos sem higienização com álcool em gel, foi possível verificar a presença de bactérias do tipo gram positiva, Staphylococcus sp e Streptococcus sp.

O uso do álcool em gel antisséptico e a lavagem mais frequente das mãos, durante o surto de gripe A (H1N1), quando houve campanha e incentivo para essas ações, fez cai­r o número de casos de outras doenças, como conjuntivite e gripe comum.

Assim, a higiene das mãos  é algo tão vital que a Organização Mundial da Saúde (OMS) estabeleceu o dia 5 de maio como o Dia Mundial de Higienização das Mãos.

A data é para marcar e incentivar atividades de conscientização de profissionais de saúde, governo e administradores hospitalares sobre a importância da higienização das mãos.

Em quais ambientes há obrigatoriedade do álcool gel 70%?

Hospitais, clínicas, laboratórios e outros serviços de saúde de todo o País são obrigados a dispor de preparação alcoólica para fricção antisséptica das mãos, desde 2010, de acordo com resolução de nº 42, do Ministério da Saúde.

No entanto, com a pandemia do Coronavírus, a obrigatoriedade da instalação de dispensadores de álcool em gel 70 passou a valer para mercados, bares, restaurantes, lanchonetes e centros comerciais.

Dessa maneira, o álcool em gel 70 entrou para ficar e saltou dos ambientes hospitalares para as empresas e comércios, tornando se um dos aliados mais fortes na prevenção e contenção da Covid-19.

Quais os tipos de álcool em gel?

alcool gel 70

Imagem ilustrativa do álcool em gel 70 e máscara descartável.

álcool em gel 70% antisséptico 500 ml

O álcool gel 70 antisséptico 500 ml é prático e pode realizar a antissepsia eficiente das mãos em apenas 10 segundos, se o produto for assim formulado como é o caso do álcool gel 70 antisséptico 500ml da Opticare®.

Formulado com efeito biocida, o produto atua contra um amplo espectro de bactérias gram-positivas, gram-negativas e vírus e mostra eficiência no controle da proliferação dos germes.

Para o uso do álcool gel 500 ml, há possibilidade de colocá-lo em um suporte para fixação do frasco, o que facilita o acesso ao antisséptico e aumenta a adesão dos profissionais.

álcool em espuma

Dispor de um produto que seja suave e eficaz e que não agrida a pele é fundamental para que a higienização das mãos ocorra com a frequência necessária. Assim, o álcool gel na versão espuma oferece esse cuidado enquanto protege.

O produto realiza a antissepsia eficiente das mãos em 10 segundos, ao mesmo tempo em que garante maior suavidade à pele. Possui ativos que com propriedades antioxidantes e hidratantes, que mantém a pele íntegra e saudável e não tem necessidade de enxágue.

álcool gel hidratante

Para garantir ainda mais o cuidado com a pele e evitar seu ressecamento, há a possibilidade de optar por um álcool gel 70% hidratante, que tenha em sua composição agentes como D-Pantenol, Glicerina e Vitamina E.

A escolha de um produto com ação hidratante deixa uma sensação mais agradável na pele e evita o aparecimento de outros problemas como dermatites e feridas.

Por fim, importante destacar que, geralmente, a maior qualidade do álcool em gel 70 está relacionada à maior quantidade de hidratantes.

Qual a diferença entre o álcool gel antisséptico 70% líquido e em gel?

 O álcool etílico ou etanol 70% (p/p) ou 77ºGL possui a mesma concentração de etanol e, por isso, a mesma ação antisséptica sobre microrganismos, como vírus e bactérias.

No mas, quando exposto na formulação em gel, o produto possui ação mais prolongada, agindo por mais tempo na superfície na qual foi aplicado.

O álcool em gel é também menos agressivo à pele quando comparado à formulação líquida.

Assim, o álcool líquido é destinado especialmente para antissepsia de superfícies e a formulação gel para antissepsia das mãos e antebraços.

Veja só as possibilidades de apresentação e finalidade do álcool antisséptico:

álcool 70% líquido e em gel

Gel: maior eficácia na higienização das mãos, já que é menos volátil (demora mais para evaporar) e permanece mais tempo em contato com a pele, o que propicia melhor efeito do álcool sobre os microrganismos;

Líquido: usado para desinfecção de superfícies, de acordo com as recomendações do fabricante para sua aplicação e exposição.

álcool em gel como produto de higiene pessoal

Registrado como antisséptico, tem finalidade de higienização das mãos, mas não substitui a lavagem das mãos com água e sabão. Não deve ser indicado para desinfecção das mãos.

álcool em gel como medicamento

Considerado medicamento farmacêutico, há necessidade de notificação na Anvisa e é usado também como antisséptico de mãos. Na embalagem, devem constar as indicações: uso externo; aplicar diretamente no local afetado, previamente limpo, com auxílio de algodão ou gaze.

álcool em gel como produto saneante domissanitário

Usado como saneante para limpeza geral em superfícies, como piso, paredes, bancadas e similares. A concentração mínima deve ser de 70% p/p. Nessa apresentação, não é indicado para a higienização das mãos.

Como é o uso do álcool gel antisséptico nos centros cirúrgicos?

 O uso do álcool em gel antisséptico, antes de ganhar lugar cativo em todos os espaços de convivência, já era presença nos serviços de saúde, como vimos.

Sua eficácia no controle de contaminações em Centros Cirúrgicos pode ser comprovada em muitos estudos.

Um deles foi feito pela Universidade Federal de Uberlândia que apontou diferenças nas contaminações por Staphylococcus spp. e S. aures das mãos dos profissionais investigados ao longo da pesquisa.

Por meio dela, foi possível verificar predominância desses microrganismos nos Centros Cirúrgicos e UTIs adultos e de neonatos, nos quais não foi disponibilizado o uso de álcool em gel antisséptico.

A questão do uso do álcool em gel em Centro Cirúrgicos e nos momentos pré-cirúrgicos foi abordada pelo enfermeiro e responsável técnico pela linha de produtos para hospitais da Higiclear, Fábio Leite, em um artigo que cita que as Infecções do Sítio Cirúrgico (ISC) são a maior causa de morbi-mortalidade pós-operatória e representam grandes gastos para os hospitais.

Embora tenham causa multifatorial, estudos relacionam as infecções às falhas na antissepsia cirúrgica das mãos da equipe cirúrgica.

O artigo fala também que a efetividade da assepsia pré-cirúrgica das mãos depende do cumprimento de requisitos, como a seleção do antisséptico adequado, a não utilização de acessórios, os cuidados com as unhas, a limpeza do leito e a pré-higienização das mãos.

No entanto, o texto revela que, apesar da notável importância da assepsia pré-cirúrgica das mãos, estudos mostram que a adesão por parte da equipe médica varia de 16% a 81%, o que favorece a transmissão cruzada de infecções.

Assim, o artigo reforça que as preparações alcoólicas têm sido recomendadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS), nas concentrações entre 60 e 80%, e pelo Centers for Disease Control and Prevention (CDC), dos Estados Unidos, nas concentrações entre 60 e 95%, como produto para higienização das mãos.

Em suma, o uso do álcool antisséptico é indicado pela eficácia antimicrobiana, facilidade de aplicação, menor dano à pele e economia de tempo.

O diferencial do álcool em relação aos outros antissépticos está na rápida velocidade de ação e na excelente atividade antimicrobiana contra bactérias Gram-positivas, Gram-negativas, fungos e vírus.

Como usar e armazenar corretamente o álcool gel antisséptico?

Para que suas propriedades químicas e sua eficácia no combate aos vírus e bactérias sejam mantidas, o álcool em gel 70% deve ser armazenado corretamente.

Dessa forma, deve-se:

  • evitar que fique exposto à luz solar;
  • não deixar o álcool em gel aberto;
  • manter longe de fontes de calor;
  • prestar atenção ao prazo de validade;
  • evitar comprar em locais de procedência desconhecida.
  • No momento do uso, deve-se:
  • aplicar o álcool em gel em quantidade suficiente para cobrir toda superfície das mãos
  • somente espalhar e não esfregar nas mãos
  • deixar secar naturalmente
  • não assoprar, nem usar toalhas de papel (o álcool precisa desse tempo para agir contra os microrganismos).

Sabão ou álcool gel para higienização das mãos?

Limpar as mãos com água e sabão é vantajoso e elimina sujidades, microrganismos e resíduos orgânicos. A Organização Mundial da Saúde (OMS) reconhece o ato como um dos principais instrumentos contra epidemias, como a do Coronavírus.

De acordo com a OMS, o hábito pode reduzir em até 40% a contaminação por vírus e bactérias que causam males como viroses, gripes e conjuntivites.

Estudos mostram que a utilização de água e sabão reduz a concentração microbiana presente nas mãos e, na maioria das vezes, é capaz de interromper a cadeia de transmissão de doenças.

No entanto, a aplicação de produtos antissépticos, em especial de agentes com base alcoólica, é capaz de reduzir ainda mais os riscos de transmissão.

O fenômeno se dá por dois motivos: pela intensificação da redução microbiana – um fator característico do álcool é de possuir excelente atividade bactericida -, e pelos produtos antissépticos favorecerem o aumento na frequência de higienização das mãos, em razão da praticidade não necessita de pia e tem evaporação rápida.

Vale ressaltar, no entanto, que a lavagem das mãos é sempre recomendada quando há disponibilidade de pia e elas estão visivelmente sujas.

A seguir assista um video que ensina o processo correto para higienização das mãos.

Como facilitar e incentivar o uso do álcool ?

A higiene das mãos é, comprovadamente, uma das ações mais eficazes na prevenção de doenças e na redução de risco de infecções em ambientes hospitalares. Um ato que salva vidas e protege a saúde de todos.

No entanto, o hábito de lavar as mãos e higienizá-las é baixo, até mesmo entre profissionais de saúde. Uma pesquisa realizada pela Anvisa mostrou que somente 1/3 dos hospitais do Brasil têm uma adesão à higiene acima de 70%.

Em 2010, a Anvisa publicou a Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) n° 42, que fala da obrigatoriedade de disponibilização de preparação alcoólica para  a higiene das mãos nos serviços de saúde.

Para incentivar e facilitar a assepsia das mãos, o álcool em gel 70 disponível em dispensadores é uma solução prática e eficaz. Os equipamentos permitem facilidade na reposição do produto, conveniência no acesso e, em razão do funcionamento do dispensador, é possível prevenir a contaminação do produto.

Mas é preciso ficar atento ao funcionamento correto do dosador, pois caso ele esteja bloqueado, por conta da viscosidade do álcool gel antisséptico, ou dispensando inadequadamente o produto nas mãos, seu uso pode ser desencorajado.

Ainda de acordo com Resolução da Anvisa, para os dispensadores de parede, devem ser utilizados refis em embalagens descartáveis contendo preparação alcoólica para fricção antisséptica das mãos.

Os dispensadores de álcool em gel antisséptico podem ser manuais ou automáticos, na versão touch-free, e há ainda os totens.

No entanto, mais do que a tecnologia oferecida, o que fará, realmente, a diferença na adesão da assepsia das mãos será a qualidade do álcool gel ali disponibilizado.

Portanto, investir em um antisséptico de qualidade, é fundamental para que a higiene das mãos seja feita com maior regularidade e aceitação.

Veja a seguir alguns dos principais pontos a considerar na hora da compra:

Como escolher álcool em gel 70% antisséptico?

álcool em gel 70 antisséptico?

Imagem ilustrativa dúvida de como escolher álcool em gel 70

Para escolher você precisa primeiro checar se o álcool gel tem registro na Anvisa, depois optar por um produto com boa tolerância cutânea, para evitar o aparecimento de dermatites. Escolha fórmulas com emolientes, como o glicerol, que evitam o ressecamento da pele em longo prazo e prefira os produtos sem fragrância, utilize álcoois transparentes ou incolores.

Observe o tipo de dispenser de álcool gel ou espuma o aparelho deve liberar uma quantidade condizente do produto com os laudos de comprovação de eliminação das bactérias, escolha sempre os produtos com secagem rápida e observe a presença de desnaturante na fórmula. A substância oferece um sabor amargo ao álcool gel antisséptico e evita a ingestão acidental por crianças e pesquise por estudos desenvolvidos pelos fabricantes que possam trazer algum diferencial para sua escolha.

Hygibras: Propósito, qualidade e economia

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Então, para saber mais da Hygibras e conhecer suas soluções em limpeza profissional, acesse o site.

Fontes:

Fiocruz

Conselho Federal de Química

Agência Brasil

Anvisa

Brasil Escola

Even3 Publicações

Universidade Federal do Paraná

Revista UNILUS Ensino e Pesquisa

Jornal da USP

Faculdade Delta

Ministério da Saúde

Prefeitura de Ribeirão Preto

Câmara dos Deputados

Universidade Federal de Uberlândia

Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS/OMS)